sexta-feira, 22 de janeiro de 2010 2 comentários

Amor as filas


Alguém pode por favor me explicar por que diabos as pessoas gostam tanto de filas? As pessoas já buscam por filas involuntariamente em seu dia-a-dia. Se estão na rua tratando de qualquer outro assunto que não inclue uma fila e ao passar por um local e avistarem uma, logo são atraídos, como um imã. Se a fila for grande a atração torna-se 'fatal', estar nela significa uma questão de sobrevivência e sinônimo de felicidade.

Acho que nem Freud explica esse tal amor as filas. Só sei que este sentimento não me acompanha e espero nunca despertá-lo enquanto viver, rs.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010 4 comentários

Profissão risco


Ufa! Passei por mais uma das difíceis atividades que a pofissão me exige. Desde que findou o contrato da jornalista Larissa Souza, (tá ficando famosa heim?!Segunda vez que a cito por aqui,rs), assumi o serviço que a ela era designado. Todas as manhãs fazer a ronda policial, indo ao Hospital Geral de Camaçari e a Delegacia do município, parece simples né?!Mas não é bem assim na prática.


Sempre buscamos as noticias de relevância e nós (jornalistas) não negamos que muitas vezes ficamos anciosos para que a polícia desenvolva uma grande ação, prendendo um traficante, um homicida, um estuprador entre tantos outros, mas tudo complica na hora que ficamos frente a frente com o infrator da lei. Na manhã da última sexta-feira (15), fiquei tensa ao ir até a delegacia tirar foto de um homem que abusou de uma criança, mas o medo/nervoso ou sei lá o que, não foi por causa desta criatura e sim por outro que também fotografei no inicio desta semana, ao ser detido por tráfico de drogas, porte ilegal de arma e um homicidio cometido em 2007.

Na sexta-feira assim como na segunda-feira (quando o fotografei), ele ficou me olhando fixamente, como se queizesse gravar as minha feições. Não vou mentir para vocês que até tremi um pouco, tanto que tirei rapidamente a foto do acusado de abuso sexual e sai da sala. A exposição é um risco eminente a profissão que escolhi, ao fazer estes tipos de matérias ficamos totalmente expostos. Sabemos que em breve estes autores de delitos podem estar nas ruas da cidade e nos encontrar. Mesmo que não queiram se vingar de alguma forma por termos exposto de certa forma a sua vida, nos causa receio estar no mesmo ambiente, criando logo o desejo de sair do local.


Imagem/ilustração - Juca Kfouri

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 3 comentários

Eles trabalham se divertindo ou se divertem trabalhando?


Este foi o comentário de minha ‘blodi’ Larissa Souza, também jornalista, ao ver a foto que ilustra este texto em meu álbum, no Orkut. Neste dia estávamos os três (Eu, Aline Marques e Henrique Oliveira) trabalhando na cobertura das festividades ao padroeiro de Camaçari, São Thomaz de Cantuária. Apesar de ser um feriado municipal e a maioria das pessoas estarem simplesmente passeando e ‘curtindo a folga’, nos estávamos lá, bem humorados, pois quando estamos juntos tudo fica especial.


A felicidade, a diversão, a alegria é evidente na face destas três criaturas, ou melhor jornalistas, que estavam no momento desta foto torcendo para que a missa acabasse, com exceção de Aline, e pudéssemos então falar com o padre e assim finalizar o nosso árduo dia de trabalho, rs.

Quanto a pergunta: “Eles trabalham se divertindo ou se divertem trabalhando?”, acho meio difícil de responder. Quando estou com eles o meu sorriso sempre é espontâneo, eles simplesmente me fazem bem. Espero ainda poder encontrá-los muitas outras vezes em coberturas de eventos ou cumprimento de qualquer pauta, para que o trabalho e a diversão sempre caminhem juntos.
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Que calor é esse?


Se não a ouvimos, nós mesmos falamos a frase que já tomou conta de nossa vida: “Que calor é esse?”. Sabemos que a explicação para essa sensação térmica baseia-se principalmente na grande quantidade de poluentes que emitimos, causando a destruição de nosso planeta. Mas, o objetivo deste texto não e debater essas causas, e sim falar de como estamos nos ‘virando’ para enfrentar este ‘calor da peste’.


Em Camaçari, a situação parece ser ainda mais alarmante. É sempre possível ouvir um comentário do tipo “O Sol de Camaçari parece ser mais quente que qualquer outro lugar”. Em parte isso é até verdade, rs. Mas a diferença é a sensação térmica, temos a impressão de que o município é mais quente devido a junção de diversos fatores, entre eles o Pólo Petroquímico.

Uma ‘boa’ alternativa para enfrentar o calor encontrada por algumas pessoas na cidade, em sua maioria crianças, é tomar um banho na fonte de água, localizada na Praça Abrantes, Centro. Quem também tem se beneficiado com o calor são os vendedores de água de coco, caldo de cana, água mineral, sorvete/picolé, refrigerante e não fugindo ao hábito do bom brasileiro a cerveja (Desce uma lôra gelada que o calor tá demais), rs.

As praias e clubes também são cenários perfeitos para as pessoas que querem se divertir e se refrescar. Existem várias formas de manter o bom humor e o alto astral neste verão, quando estiver de ‘saco cheio’ do seu patrão reclamando em seu ouvido, dos clientes falando demais e a grande demanda de trabalho, simplesmente diga que vai ali resolver tudo. Em seguida, dirija-se ao bar mas próximo e beba para manter a mente fresca e esquecer toso os problemas.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010 1 comentários

Deixem que digam, que pensem, que falem...

Por que nos importamos tanto com a opinião do outro, mesmo que seja de um desconhecido? Porque simplesmente não levamos a vida como diz a canção “Deixem que digam, que pensem, que falem. Deixa isso pra lá. Vem pra cá, o que é que tem?”, composta por Edson Menezes e Alberto Paz, que tornou-se conhecida na voz do cantor Jair Rodrigues. Mas tudo isso parece impossível para a maioria dos humanos, já que nos relacionamos diariamente com pessoas que sempre emitem alguma opinião ao seu respeito, mesmo que seja apenas com um olhar.

Quantas vezes você pegou o caminho errado e quando se deu conta disso, para não pagar um ‘mico’, continuou a andar para fazer o retorno na próxima rua ou simplesmente apelou para a alegação tradicional (- Porra! Esqueci que tenho que passar ali). Mas pra que tudo isso se temos a opção de voltar sem dar quaisquer explicações e sem se preocupar com a reação das pessoas a nossa volta?

Na escolha da roupa como em tantas outras situações não diferente. Além de um dos critérios fundamentais para a maioria das pessoas, que é se sentir bem com a vestimenta, também vem atrelado o questionamento: Quando as pessoas me virem vestida assim o que vão pensar a meu respeito? Que sou uma executiva, uma patricinha, a revolucionária ou pior ainda uma ‘piriguete’? rsrs...

Por que em nosso país os homens não podem andar de mãos dadas? Porque logo chamariam a atenção e seriam chamados de gays. Se um homem e uma mulher estão passando muito tempo junto, todos logo comentam que estão tendo um caso. Não existe mais a sincera amizade entre pessoas de sexos opostos?

As situações são as mais diversas, mas o paradigma que vivemos diariamente não muda, continuam vivendo em função dos outros, pois a opinião destes indivíduos nos vale muito, refletindo a nossa aceitabilidade em determinado grupo ou na conquista de um emprego. Apesar de algumas decisões entrarem em conflito com os nossos reais desejos, não acho que se preocupar com a opinião de quem nos rodeia seja de todo ruim, afinal a nossa essência é sempre mantida, nunca fugimos do que somos e sempre buscamos meios de nos mostrar fielmente.
 
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